escritos de uma mamadrugada fria...
Quero agora um banho quente
Que escorra sobrancelhas
Que lembre o fogo silente
Qual só tenho as centelhas
Que me traga àquela vida
Que por ora é um fio
Que emerja o mar clemente
Cuja água inexistente
Minhas veias correm rios
E é neste desvario
Que me Lembro de montanhas
Cafezais com bem-te-vis
Com flores de laranjeiras
Que enfeitam a roupa inteira
Com dor de saudade dela
Saudade da pedra amarela
sexta-feira, 11 de junho de 2010
ensaio 1
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